TRABALHO DE TECNOLOGIA E METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO
ACADÊMICA: ALDENISE SANTANA GONÇALVES
COMEMORAÇÃO DO
ANIVERSÁRIO DA CIDADE DE MACAPÁ
Macapá a capital do Amapá fica situada a 345 km de Belém do
Pará. O nome é de origem tupi, com uma variação de macapaba, que quer dizer
lugar de muitas bacabas, um fruto de palmeira nativa da região. Antes de ter o
nome de Macapá, o primeiro nome concedido oficialmente a essa terra foi
Adelantado de Nueva Andaluzia, em 1544, por Carlos V, o rei da Espanha da
época, numa concessão a Francisco Orellana navegador espanhol que esteve na
região. A história de Macapá se inicia nos tempos coloniais, e está ligada
com a defesa e a fortificação das fronteiras do Brasil, além da preocupação em
garantir a presença do homem as terras brasileiras. E assim esta cidade surgiu
de um destacamento militar criado em 1738. Na Praça Veiga Cabral, no dia 4 de
fevereiro de 1758 quando ainda chamava-se Praça São Sebastião acontecia
exatamente nessa praça o levantamento do pelourinho e o governador do Grão
Pará, Francisco Xavier de Mendonça Furtado, fundava naquele dia a Vila de São
José de Macapá. Nessa época foram surgindo prédios que até hoje são
preservados, e constituem verdadeiro patrimônio cultural como a Fortaleza de
São José de Macapá, uma construção feita nos tempos escravos com mão de obra de
negros e índios.
No dia 2 de janeiro de 1764 iniciaram-se o delineamento do solo e no dia 29 de junho do mesmo ano foi lançada a pedra fundamental do monumento. A construção demorou 18 anos, mas essa demora não foi pelo tamanho da obra e sim pelos problemas que foram aparecendo com a falta de mão de obra e a escassez de material que de vez em quando fazia parar tudo. Os índios eram perseguidos pelas doenças e oprimidos pelo rigor da disciplina militar, e este era o grande motivo de fuga do engenho. Os negros quando fugiam não iam longe se deixavam prender facilmente. O falecimento de D. José I, fez com que a obra parasse quase seis anos. O autor do projeto Henrique Galúcio, faleceu cinco anos após o início das obras. A Intendência de Macapá, hoje em dia, é o Museu Histórico Joaquim Caetano da Silva. A data da concretização deste prédio é de 15 de novembro de 1895. O intendente era Coriolano Jucá. O Prédio foi usado desde o período de Vila até o extinto Território Federal do Amapá, e o mesmo foi construído tipo palácio no estilo neoclássico, ornado com esculturas e figuras antropomorfas que representam as artes e a indústria. As pilhas louvres e vasos foram confeccionados na arte da falanza em Portugal em 1932. Foi restaurado para funcionar a prefeitura de Macapá tendo como interventor do estado do Pará o major Magalhães Barata e como prefeito também o major Eliezer Levy. A Igreja de São José de Macapá é um marco histórico. Esta igreja começou a sua construção em 1752, seis anos antes da criação oficial da Vila de São José de Macapá. A igreja matriz foi inaugurada cinco de março de 1761 sendo o Padre Joaquim Pair o 1º vigário, a imagem original do padroeiro São José, esculpido em madeira tem 35 cm de altura, ainda é uma das relíquias sacras mais importantes do estado. Nas paredes os quadros do padre Fúlvio, retratam o talento artístico e a beleza de uma passagem bíblica. Já teve um período em que a paróquia ficou sem vigário por 40 anos. Em 1904 o padre Francisco Hiller e o intendente coronel Teodoro Mendes restauraram da igreja. A primeira escola em alvenaria de Macapá foi inaugurada em 13 de setembro de 1946, que é a Escola de 1º Grau Barão do Rio Branco, criada pelo governo do Território Federal do Amapá na gestão do capitão Janarv Nunes. Nesta escola também funcionou o 1º cinema de Macapá, o Ex-Cine Territorial. As máquinas não foram mais usadas e tudo está no mais completo abandono. Outros prédios como o Mercado Central, o Hospital de Especialidades e a Maternidade Mãe Luzia, também faz parte de antigas construções das décadas de 40,50 e 60.
No dia 2 de janeiro de 1764 iniciaram-se o delineamento do solo e no dia 29 de junho do mesmo ano foi lançada a pedra fundamental do monumento. A construção demorou 18 anos, mas essa demora não foi pelo tamanho da obra e sim pelos problemas que foram aparecendo com a falta de mão de obra e a escassez de material que de vez em quando fazia parar tudo. Os índios eram perseguidos pelas doenças e oprimidos pelo rigor da disciplina militar, e este era o grande motivo de fuga do engenho. Os negros quando fugiam não iam longe se deixavam prender facilmente. O falecimento de D. José I, fez com que a obra parasse quase seis anos. O autor do projeto Henrique Galúcio, faleceu cinco anos após o início das obras. A Intendência de Macapá, hoje em dia, é o Museu Histórico Joaquim Caetano da Silva. A data da concretização deste prédio é de 15 de novembro de 1895. O intendente era Coriolano Jucá. O Prédio foi usado desde o período de Vila até o extinto Território Federal do Amapá, e o mesmo foi construído tipo palácio no estilo neoclássico, ornado com esculturas e figuras antropomorfas que representam as artes e a indústria. As pilhas louvres e vasos foram confeccionados na arte da falanza em Portugal em 1932. Foi restaurado para funcionar a prefeitura de Macapá tendo como interventor do estado do Pará o major Magalhães Barata e como prefeito também o major Eliezer Levy. A Igreja de São José de Macapá é um marco histórico. Esta igreja começou a sua construção em 1752, seis anos antes da criação oficial da Vila de São José de Macapá. A igreja matriz foi inaugurada cinco de março de 1761 sendo o Padre Joaquim Pair o 1º vigário, a imagem original do padroeiro São José, esculpido em madeira tem 35 cm de altura, ainda é uma das relíquias sacras mais importantes do estado. Nas paredes os quadros do padre Fúlvio, retratam o talento artístico e a beleza de uma passagem bíblica. Já teve um período em que a paróquia ficou sem vigário por 40 anos. Em 1904 o padre Francisco Hiller e o intendente coronel Teodoro Mendes restauraram da igreja. A primeira escola em alvenaria de Macapá foi inaugurada em 13 de setembro de 1946, que é a Escola de 1º Grau Barão do Rio Branco, criada pelo governo do Território Federal do Amapá na gestão do capitão Janarv Nunes. Nesta escola também funcionou o 1º cinema de Macapá, o Ex-Cine Territorial. As máquinas não foram mais usadas e tudo está no mais completo abandono. Outros prédios como o Mercado Central, o Hospital de Especialidades e a Maternidade Mãe Luzia, também faz parte de antigas construções das décadas de 40,50 e 60.
A comemoração do aniversário da cidade de Macapá foi
marcada por musicas ao vivo nas paradas de ônibus:
E oficinas de contação de história:
Durante
a programação em homenagem ao aniversário de 256 anos de Macapá oficina de
aperfeiçoamento em “Contação de Histórias” com as atrizes paraenses Adriana
Cruz e Sandra Perlim. As oficinas foram ministradas no período de 1º a três de
fevereiro na Escola Municipal de Ensino Fundamental Aracy Nascimento no bairro
Santa Rita, Zona Sul de Macapá.
O
artista Joca Monteiro conta que o objetivo é que a oficina se desdobre em
contações de cada participante como produto final no dia 4 de fevereiro, dia do
aniversário de Macapá.
"Os
artistas foram para diversas partes da capital, em especial áreas de ressaca
para apresentar o produto final daquilo que eles aprenderam durante os dias de
oficinas, homenageando a cidade com suas histórias",.
O
artista diz que a oficina foi idealizada para propiciar uma experimentação
entre artistas interessados em produzir trabalhos na área da contação de
histórias. A contação de história é um ramo artístico que tem crescido em todo
o Brasil.
A prefeitura também fez uma celebração do aniversário
de Macapá com shows músicas, sorteios de prêmios e outros... No dia três de
fevereiro 2014
Missa de celebração do aniversário de Macapá
tem igreja lotada Pioneiros e autoridades locais compareceram ao evento. Missa
durou cerca de duas horas e meia na Igreja de São José. - A programação de
aniversário de 256 anos de Macapá começou com a tradicional missa em ação de
graças na Igreja São José, o prédio mais antigo da cidade, inaugurado em 1761.
A celebração foi realizada pelo padre Aldenor Benjamim. A missa teve os ritos
tradicionais, com cânticos e o sermão, que tratou da "importância da
religião na liderança de um povo".
O evento começou por
volta de 8h. Nem a chuva que caiu sobre a capital nesta terça-feira (4)
intimidou os fiéis, que lotaram a igreja. Além de pioneiros da cidade, a missa
contou com a presença do governador do Amapá Camilo Capiberibe, prefeito de
Macapá Clecio Luís e demais autoridades locais, entre elas, deputados e
secretários estaduais e municipais. O presidente da Assembléia Legislativa do
Amapá (Alap) Moises Souza não compareceu ao evento.
"Prefeito e
governador, quando a gente se encontra com Jesus, temos a oportunidade de
levantar e recomeçar, sem pensar que estamos mortos", disse o padre
Aldenor durante a missa.
A celebração foi
marcada por diversos ritos, entre eles, o ofertório, realizado por uma
Procissão de Oferendas, momento em que as personalidades pioneiras oferecem pão
e vinho, simbolizando o corpo e sangue de Cristo. Também teve ofertório de
cacho de bacaba, fruto típico da Amazônia, que deu origem ao nome de Macapá.
O fiel José Antonio,
de 65 anos, foi o responsável por levar as bacabas. "É uma satisfação
fazer isso porque demonstra todo o nosso amor por Macapá. É a primeira vez que
participo da oferenda e está sendo uma honra", comemorou.
A presidente da
Confraria Tucuju Telma Gurgel, organizadora da festa, agradeceu a presença da
população. "É muito difícil trabalhar em um evento tão importante para a
cidade, e neste momento estou muito feliz de ver os jovens, pioneiros e demais
pessoas comparecendo à missa. Muito obrigado a todos e viva Macapá, a cidade
conhecida como jóia rara da Amazônia" exaltou.
O pós-comunhão na
missa contou com a "palavra de esperança" do governador do Amapá e
prefeito da capital. Logo após, o tenor Mauro Ferreira e a cantora Brenda Melo
cantaram a música "Minha cidade" e finalizaram o evento com cânticos
. 
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